segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Prova Gralha Azul - Tijucas do Sul - 100 km - Corrida de Aventura

Porque meu Deus porque?
Lembra dessa série? Então...

Recebi o convite do Christopher para correr a prova em dupla pela Equipe Chauas uma honra.
Fiquei meio apreensivo mas simbora. Estou na ativa na bike e jogando bastante tênis então aceitei o desafio.

Bom vamos pra prova.
No início a grande cagada, esqueci minha sapatilha da bike e já corri uma vez sem sapatilha e sabia no que iria dar.
Fiquei puto da cara e com medo, mas segurei a onda com o capitão. Vamos em frente.
Primeiro PC - largava de bike, estradinhas de terra, muitas subidas e pedras soltas. Nesse primeiro PC quem pegasse, ganhava 30 minutos de bônus no final da corrida. Achei legal essa idéia. Estratégia das equipes. Se para buscar o PC fosse menor que 30 minutos na teoria valeria a pena, teria que contar o desgaste físico também. Capitão decidiu que valeria a pena e fomos buscar. Outra idéia boa da prova, self nos Pcs com TODOS integrantes das equipes, muito legal assim TODOS devem chegar nos PCs. PC1 Self na torre.
Segundo PC - ainda de bike em estradinhas cheia de pedras. PC2 self na casa
Terceiro Pc - mais bike, aqui minha posterior da coxa já deu sinal que não iria muito longe, pedalar sem sapatilha é dureza, você pedala tudo torto, meu pedal é crank brothers já imaginou pedalar com speedcroos ? Não é legal.
Navegação perfeita até o momento. Ritmo bom. Pernas ruins. Dá-lhe burcas.
Quarto Pc - nesse também era o esquema do bônus. Mas o capitão decidiu abortar. Pois tinha chance de erro. No final valeu a pena não ir para esse Pc. Total de bike na primeira perna foram quase 40km.
Quinto PC / AT - mostrar as selfs, deixar as bikes e ir para o remo. Cada um numa embarcação. Não sou um grande remador, como estávamos em terceiro no geral deu um gás de ânimo. Mas durou pouco.
Começaram as câimbras pela posição. Puta que pariu, uma hora era na perna esquerda outra hora na direita, tudo isso por ter esquecido a maldita sapatilha. Mas vamos lá. O remo foi longo, 16 km rio abaixo, ainda bem que era a favor da correnteza. Muitas curvas. Tivemos que parar para esvaziar minha embarcação, acho que estava furada.
Aqui no remo deu para alimentar bem. Mas as câimbras me judiaram. O ponto alto do remo foi atravessar a corredeira, nem preciso falar que virei né. Depois de 01:30:00 mais ou menos chegamos no AT. Estávamos em terceiro no geral.
PC 6 - depois do remo, o capitão foi para tiroleza no saltinho, pelas fotos foi massa, mas ainda bem que fiquei, além de comer e me hidratar, caprichei no biofenac nas pernas com muita massagem, as cãimbras se foram. Vamos para o trecking.
PC 7 - self na casa - agora começava a parte mais difícil da prova que era a parte do trecking, só morro e plantação de pinus, bem fácil navegar, achamos bem o PC 7, PC8 e o PC 9, o PC 10 judiou tinha que subir um morro lazarento, mas simbora.
PC 11 - era na igreja onde tinha que mostrar as selfs dos pcs 7/8/9/10
PC 12 - saímos do 11 em segundo lugar a cinco minutos de um quarteto que estava liderando. Começamos bem mas era muito difícil a navegação. Demoramos para achar o 12 que era uma frase numa placa. Aí fudeu de vez, nos perdemos e pior começou umas cólicas, aí já viu era só baixar as calças no mato e pofff. Nada de achar o caminho e eu marcando território. Nesse trecho estávamos com o quarteto da Guartelá e o Marcelo solo.
Nada de achar o caminho, toda dianteira que abrimos na prova se foi. Já eram 23:00 hs e nada do caminho, foi decidido seguir pelo rio até achar o PC, então incluímos o canyoning na prova, seguimos pelo rio e achamos o PC e AT, de volta pra bike.
PC 13 - no PC 12 vimos nossa posição, quarto no geral e primeiro nas duplas, opa, deu uma animada, mas aqui eu já estava destruído, diarréia e câimbas, mas tudo meio disfarçado para não abalar o capitão. Achar o PC 13 também foi sofrido, umas pirambeiras, sobe morro, desce morro, era uma self numa antena, então já viu tinha que subir pra caramba, depois erros e acertos achamos a maldita torre, e furou meu pneu. Bom, vamos lá, câimbas, diarréia e pneu furado. Mas tudo bem, vamos em frente.
PC 14 - entrega da self 12/13 e tinha mais um ainda, foi entregue uma coordenada de uma placa. Puta que pariu. Mais isso ainda.
PC 15 - mais bike, era o último, ritmo lento e bem sofrido. Achamos a maldita placa e agora só ir embora.
Chegamos no ginásio as 02:00 da manhã, e com a grata surpresa, quinto no geral e PRIMEIRO lugar na categoria dupla masculina, muito legal.
Dados finais aproximados:
Bike - mais de 70 km com muita altimetria
Remo - 16 km
Trecking - mais de 20 km com muita altimetria

Valeu Christopher pelo convite, foi uma honra correr com você e espero não ter desapontado.
Mais um título para a equipe Chauás.

Isso ae, simbora recuperar o corpo.
Segue algumas fotos.

Salto Mãe Catira e Cachoeiras Gêmeas

Temporada de cachoeiras.
Primeiro bate volta na cachoeira Gêmeas na Graciosa.
Depois Pernoite no Salto Mãe Catira.
E segue o baile.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Travessia Conjunto Marumbi - 136 anos da conquista do Olimpo

Mais uma pernada boa.
Foram na empreitada - Pacheco, Greysse, Christofer e Evandro.
Comemorando 136 anos da conquista do Olimpo, fomos na travessia dos 9 ou 10 cumes do conjunto Marumbi.
Pernada longa, cansativa e tensa, quando se fala em Marumbi, já sabe que é pro alto e avante e grau de exposição elevado, onde cordas e correntes são usados e rezar para que aguentem, hahhaha
Segue a ordem dos cumes que subimos:
1) facãozinho - trilha fechada, pensei que era mais fácil, cansa pra chegar lá e cume fechado
2) boa vista - irei voltar lá, chegamos lá com tempo fechado
3) pedra da lagartixa (cume ou não ? ) - bacana, subimos pela chaminé, tenso
4) olimpo - tradicional e imponente
5) gigante - volto lá de novo mas pela cista frontal, tenso
6) torre dos sinos - EPETACULARRRRRR, achei a montanha mais doida e com o melhor visual do Marumbi, mas pra chegar lá ...
7) ponta do tigre - sempre legal
8) esfinge - tem uma subida nervosa por corrente e entalamento numa fenda, cume mais ou menos fechado, não fui na ponta dela, volto lá
9) abrolhos - sempre legal
10) rochedinho - subimos pela trilha normal e descemos pela crista saindo nos trilhos

Ufffffaaaaaa, foi esse nosso trajeto. Cheguei só o pó da gaita.

Eliminei mais uns 4 afazeres da minha lista, e vamos que vamos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Jacutinha e Salto Saci

Mais uma inédita para mim.
A peleja começa em Antonina no Bairro Alto, duas horas de carro, esse único inconveniente.
Lá na fazenda paga R$ 10.00 por carro, e chegamos bem cedo lá antes das 7:00 hs, sem problemas.
Inicia na trilha da Conceição e vai nela por uns 40 minutos, até chegar na trilha do Salto Saci, pegado a esquerda.
Trilha batida.
Vai seguindo por ela por uns 15 minutos até pegar a trilha pro Jacutinga e Saci.
Subindo vai até as manilhas, seguindo reto vai pro Saci.
Pega-se a esquerda andando pelas manilhas até a barragem.
Na barragem, você cruza e acha a trilha pela esquerda.
Não esqueça de pegar água, único ponto de água. Lembre-se que é água para a subida e descida.
Pegando a trilha começa tranquilo, depois ganha altura com pouca distância, ou seja para o alto e avante.
Pegará três lances de corda, vertical.
É confiar e vape pra cima.
Levamos 4 horas subindo num bom ritmo com apenas uma parada.
Não tem livro cume.
No cume é fechado, ande mais a frente que achará um mirante bacana com o visual do paredão do Ibitirati.
Encontramos fezes de bicho grande.
Levamos 02:30 hs para descer num bom ritmo.
Prepare seu joelho, a descida é forte e interminável.
Chegamos de dia ainda na trilha do salto Saci, e aproveitamos para matar mais esse afazer.
Lugar legal e bonito, uma boa opção para iniciantes e crianças.
O Jacutinga não é montanha fácil, trilha fechada e grau de inclinação grande.
Salto Saci é bacana e fácil de chegar.
Isso ae, mooooooooove

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Curiitba / 277 / Rota 66 / Anhaia / Morretes

Passeio de bike até a pousada Hakuna Matata em Morretes.
Descemos a 277 e pegamos a rota 66.
Parada na cachaçaria na estrada da Anhaia e seguimos para Morretes.
Saímos as 8 da matina e num ritmo bem tranquilo chegamos 13:30 na pousada.
Não curtimos muito a pousada Hakuna Matata.
Pelo preço que pegamos não valeu.
Seguem algumas chapas.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Salto Feitiço - Marumbi

Continuando a série, ir para onde não fui ainda.

Fui com o Yves para o famoso Salto Feitiço.
Faz parte de um conjunto de cachoeiras, sendo que começa lá no Véu da Noiva e vem descendo o Rio Ipiranga.
Deixamos o carro no estacionamento do Tião, um pouco a frente da Isabel, 10 pilas.
Umas das coisas que não me agrada nessa vida é subir aquela estrada do Marumbi, o troxo chato.
Enfim, chegamos na estradinha da Usina em 20 minutos.
Seguimos pela trilha do Salto Rosário, que inicia contornando a grade de proteção da Usina.
Como fui semana passada para o Rosário, andamos mais rápido e chegamos no Salto Rosário com 1 hora de caminhada. Paramos para comer e descansar.
Dali pra frente eu tinha um ponto no Gps, onde estava marcado a Cachoeira Feitiço.
Seguimos então em busca dela.
Depois do Rosário, tem uma escalaminhada onde ainda existe algum rastro, depois dali, é vara mato até o final.
Não existe marcação nem trilha, apenas alguns momentos onde você consegue caminhar sem cair, bater a canela, levar tombo, afundar o pé em chão falso de raízes e assim vai.
Até lá você passa por mais umas duas ou três cachoeiras, não descemos até elas, ficou para uma próxima, marcar o ponto das cachoeiras e descobrir os nomes corretos delas.
Enfim, chegamos no fim da linha, sempre seguindo pela margem esquerda do rio.
Ficamos meio indecisos, se era ali ou não, chegamos relativamente rápido, uma hora e pouco de caminhada.
Só podia se ali. Deixamos as mochilas num ponto, e começou nossa epopéia, onde estaria a famosa placa, hauahuahau.
Você chega num ponto, onde tem que subir, pelo lado direito não passa, somente pelo meio, onde tem uma queda razoável, o Yves achou uma passagem, pelo lado da queda, conseguiu subir na pedra, fui na cola.
Levamos uma corda, onde vimos nos relatos na Internet e Redinaldo e Edinaldo nos deram a dica para levar.
E pra passar a pedra???????
Yves tentou laçar uma pedra para fazer segurança com a corda e nada.
Depois de várias tentativas, decidimos ou vai ou racha.
Consegui me apoiar bem e fiz apoio com ombro e mãos para o Yves, aeeeeeeeeee, deu certo.
O lance torna perigoso pela exposição, e pelas pedras escorregadias.
Um tombo ali, vai se machucar bem.
Yves foi procurar a tal da placa, onde ficou alguns minutos aquele silêncio, e logo após ele disse que não tinha achado. Puts, uns minutos de tristeza no ar.
Falei que iria subir também para ajudar a procurar, nisso ele foi ver a pedra para passar a corda e me disse, achei, huauahuahuuhahuahuaahuahu
Passei a corda para o Yves e conseguiu fazer a segurança na pedra, onde consegui subir aos trancos e barrancos.
Enfim, uma chapa na tal da placa do Salto Feitiço. Mal conseguimos bater foto, pois estávamos completamente encharcados e como ali não bate sol, começou a tremedeira de frio, mas muito frio.
Tiramos fotos, e descemos com calma o lance da pedra, tiramos a corda, tomamos mais uma ducha na volta e seguimos com as mochilas um pouco mais abaixo onde tinha sol, ufa, agora sim, aquecidos, fizemos um lanche e descansamos bem susse.
Objetivo alcançado, iniciamos a volta, caramba mais vara mato na volta, subimos um pouco além do caminho que viemos, o sinal do GPS estava pipocando, então viemos varando mato na volta também.
Com a corda molhada, ficou bem mais pesada, voltamos mais lentos que a ida.
Enfim, depois de 01.30 chegamos novamente no Salto Rosário, mais uma grande pausa, estávamos com tempo e bem cansados.
Na volta do Rosário, tem umas árvores caída sobre a trilha onde pode dar uns perdidos, exige um pouco mais de atenção.
Depois de 1.20 chegamos na Usina, e para minha alegria, caminhar até o estacionamento na estradinha do Marumbi.
Agradeço ao Yves e simbora para as próximas.

#saltofeitiço #saltorosário

domingo, 26 de julho de 2015

Salto Rosário - Marumbi

Mais uma pernada das boas.
Foram nessa: Ale, Clodoaldo e Felipe.
Subimos de Jipão a chata estrada do Marumbi, deixamos a viatura na entrada da Usina da Copel.
A trilha inicia ao lado da cerca.
Logo depois o término da cerca, a trilha da uma fechada, com algumas árvores caídas a trilha da uns perdidos.
Depois atravessa o rio.
Trilha bem escorregadia com dois ou três lances de mais perigo, onde fica exposto a uma queda até que considerável.
Poucas marcações na trilha, mas bem batida com algumas partes mais escondidas.
Achei o caminho bacana, mas não é fácil, vai se sujar bastante e molhar o pézinho várias vezes, hehehehe.
Demoramos 01:30hs na ida e 01:15hs na volta.
Como deixamos o jipão ali na entrada, seguimos até a estação, onde colocamos os adesivos para arrumar a placa recém inaugurada com informações erradas. O Alexandre solicitou autorização do Harvey do IAP, onde foi arrumado a nomenclatura NORDESTE por NOROESTE, e foi colocado INTERDITADO na trilha do Gigante e do Facãozinho.
Como estava cedo, seguimos para o Rochedinho, onde pegamos um belo visual.
Isso ae.
Um sábado divertido, riscando mais dois ítens dos afazeres.

Seguem as chapas: